Hoje a Bárbara me desejou parabéns! hueheuheuhe
Incrível como eu gosto dela, e como a gente se parece as vezes...
Desculpe Bárbara, mas eu tive que registrar essa rata sua! =)
segunda-feira, 7 de junho de 2010
Amanda
Amanda se viu novamente na mesma situação, Amanda parecia ter prazer em criar romances perfeitos, logo ela? A racional da historia? A insensível?
Amanda descobriu que não tinha nada de insensível, era mais uma das mil faces de Amanda. A menina das mascaras e porque não, pergunta ela? É tão ruim assim querer se proteger através de um personagem? Amanda achava que não.
Esse não era o problema de Amanda, seu problema era quando alguém – um em um milhão – conseguia ver o lado Amanda e gostava dele. Amanda ficava vulnerável e como ela odiava isso, se sentir completamente entregue.
Talvez criar situações perfeitas era mais uma das mascaras de Amanda, sentir que valia a pena ao menos naquele momento não possuir mascaras, mas Amanda sempre se via no mesmo final – sem o felizes para sempre, o tal falado amor com sabor de fruta mordida – Amanda podia negar, mas ela mais que ninguém – lado pretensioso de Amanda - queria um felizes para sempre!
Ela – como todos os outros – achava que merecia, sempre foi uma boa cidadã, nunca jogou lixo na rua, dava lugar pra velhinhos e grávidas no ônibus, votava em todas as eleições, mesmo quando por falta de opção anulava seu voto, mas Amanda ia.
E daí? A vida parece não se importar com isso, as pessoas parecem não se importarem com isso, mas ela continuava criando mascaras e criando relacionamentos perfeitos quando alguém, um em um milhão ultrapassa todas as outras criadas antes, a cada nova decepção seu superego parecia dizer:
Eu te avisei, não avisei?
Ela sabia que ele estava certo, mas uma vez Amanda está sentada, com seu cigarro na boca, pensando:
É, ele avisou.
E assim ela cria uma nova máscara.
Essa é Amanda.
Amanda descobriu que não tinha nada de insensível, era mais uma das mil faces de Amanda. A menina das mascaras e porque não, pergunta ela? É tão ruim assim querer se proteger através de um personagem? Amanda achava que não.
Esse não era o problema de Amanda, seu problema era quando alguém – um em um milhão – conseguia ver o lado Amanda e gostava dele. Amanda ficava vulnerável e como ela odiava isso, se sentir completamente entregue.
Talvez criar situações perfeitas era mais uma das mascaras de Amanda, sentir que valia a pena ao menos naquele momento não possuir mascaras, mas Amanda sempre se via no mesmo final – sem o felizes para sempre, o tal falado amor com sabor de fruta mordida – Amanda podia negar, mas ela mais que ninguém – lado pretensioso de Amanda - queria um felizes para sempre!
Ela – como todos os outros – achava que merecia, sempre foi uma boa cidadã, nunca jogou lixo na rua, dava lugar pra velhinhos e grávidas no ônibus, votava em todas as eleições, mesmo quando por falta de opção anulava seu voto, mas Amanda ia.
E daí? A vida parece não se importar com isso, as pessoas parecem não se importarem com isso, mas ela continuava criando mascaras e criando relacionamentos perfeitos quando alguém, um em um milhão ultrapassa todas as outras criadas antes, a cada nova decepção seu superego parecia dizer:
Eu te avisei, não avisei?
Ela sabia que ele estava certo, mas uma vez Amanda está sentada, com seu cigarro na boca, pensando:
É, ele avisou.
E assim ela cria uma nova máscara.
Essa é Amanda.
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